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SEGURO CONTRA ATAQUES CIBERNÉTICOS É OBRIGATÓRIO PARA SETOR FINANCEIRO, INCLUSIVE FINTECHS

A Resolução BCB nº 498/2025 do Banco Central determina, de maneira inédita, a obrigatoriedade da contratação de seguro cibernético para todos os provedores de serviços de tecnologia da informação (PSTIs) que prestam atividades para instituições financeiras, fintechs, bancos e demais participantes do Sistema Financeiro Nacional. Essa regra abrange infraestrutura de TI, processamento de dados, cloud, software financeiro e serviços críticos, tornando o seguro cyber requisito para credenciamento e manutenção de operação com bancos e pagamentos. Segundo a corretora especializada Cyber Insurance (www.cyberinsurance.com.br), a resolução exige coberturas para responsabilidade civil por falhas de segurança, custos de resposta a incidentes, vazamento de informações, indisponibilidade sistêmica e outros riscos cibernéticos. O não atendimento pode levar à suspensão de contratos, desconexão das redes financeiras e até descredenciamento. Ainda não há detalhamento em lei nacional para setores fora do sistema financeiro — a obrigatoriedade decorre de norma regulatória do Banco Central, não de dispositivo legal aprovado pelo Congresso Nacional.​ Outros setores seguem normas setoriais de gestão de riscos ou exigências contratuais, mas não há lei nacional nem marco legal geral que imponha seguro cyber para empresas em geral no Brasil até o momento. Quem quiser saber mais sobre como fazer uma cotação de seguro contra ataques cibernéticos pode entrar em contato diretamente comigo ou com um representante da corretora Cyber Insurance, que será muito bem atendido.Assunto de relevância para meus colegas da APDADOS – Associação Nacional dos Profissionais de Privacidade de Dados e alunos da Acadi-TI – Academia Inovadora de TI.

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LGPD e Segurança da Informação: Como Evitar Multas Milionárias

Desde 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) transformou a forma como empresas brasileiras lidam com informações pessoais de clientes, colaboradores e parceiros. Hoje, estar em conformidade com a LGPD não é apenas uma questão de boas práticas: é uma obrigação legal, sob pena de multas e sanções severas. O que é a LGPD? A LGPD (Lei nº 13.709/2018) estabelece regras claras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais no Brasil. Seu objetivo é garantir a privacidade do cidadão e responsabilizar empresas em caso de falhas. Riscos de não cumprir a LGPD Boas práticas para evitar multas O papel do Seguro Cyber na LGPD Mesmo empresas com boas práticas podem sofrer ataques ou vazamentos. Nesses casos, o Seguro Cyber cobre: Conclusão Estar em conformidade com a LGPD é proteger não apenas os dados dos clientes, mas também a continuidade e credibilidade da sua empresa. E, como nenhum sistema é infalível, contar com o suporte de um seguro cibernético é o passo final para estar 100% preparado. 👉 Faça uma análise gratuita de riscos digitais e descubra como proteger seu negócio contra incidentes e multas.

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7 Ameaças Cibernéticas Mais Comuns em 2025

Nos últimos anos, os ataques digitais se tornaram cada vez mais sofisticados e direcionados. Em 2025, empresas de todos os portes estão expostas a riscos que vão muito além de vírus e e-mails suspeitos. Para proteger seus dados e garantir a continuidade do negócio, é fundamental conhecer as principais ameaças cibernéticas da atualidade. 1. Ransomware: o sequestro digital de dados O ransomware continua sendo uma das maiores preocupações. Criminosos bloqueiam o acesso aos sistemas e exigem pagamento em criptomoedas para liberar os dados. Muitas vezes, mesmo após o pagamento, os arquivos não são devolvidos. 2. Phishing e spear phishing Golpes de phishing evoluíram: agora usam deepfakes, mensagens de voz falsas e engenharia social avançada. No spear phishing, o ataque é direcionado a pessoas específicas dentro da empresa, como diretores e gestores financeiros. 3. Vazamento de credenciais corporativas Com a quantidade de senhas expostas em vazamentos globais, ataques de credential stuffing (uso de logins roubados em diferentes plataformas) são cada vez mais comuns. 4. Ataques a APIs e integrações Empresas dependem de APIs para conectar sistemas, mas cada integração mal protegida é uma porta de entrada para criminosos explorarem falhas. 5. Engenharia social dentro da empresa Além de e-mails falsos, hackers usam ligações telefônicas, mensagens no WhatsApp e até visitas presenciais para enganar funcionários e obter acessos privilegiados. 6. Malware em dispositivos IoT Com a explosão de dispositivos conectados (câmeras, sensores, smart devices), cada equipamento sem proteção vira uma vulnerabilidade em potencial. 7. Ataques a serviços em nuvem Com a migração em massa para soluções de cloud computing, cresce também o número de ataques voltados a plataformas de nuvem, explorando configurações incorretas e falta de monitoramento. Como reduzir os riscos? Conclusão As ameaças cibernéticas não param de evoluir. Em 2025, o maior erro de uma empresa é acreditar que está fora da mira dos criminosos digitais. Preparação, prevenção e proteção financeira são as chaves para reduzir riscos.

Obrigatoriedade de seguro deve transformar o mercado de cibersegurança no Brasil

A crescente digitalização da economia brasileira e os avanços tecnológicos em setores críticos, como o financeiro, têm colocado a cibersegurança no centro das estratégias corporativas. Recentemente, o Banco Central aprovou uma resolução que torna obrigatória a contratação de seguros cibernéticos para fornecedores de tecnologia que atuam no sistema financeiro, medida vista como um marco regulatório que pode redesenhar o mercado. Para analisar esse cenário, conversamos com Marta Helena Schuh, Diretora de Seguros Cibernéticos e Tecnológicos na Howden Brasil, professora de segurança cibernética e gestão de riscos, além de Diretora do Departamento de Defesa e Segurança (DESEG) da FIESP. Com mais de 15 anos de experiência no setor financeiro e de seguros, Marta também é reconhecida internacionalmente como uma das principais vozes femininas em cibersegurança, tendo sido destaque pela WOMCY, organização que fomenta a formação e liderança na área em toda a América Latina. Segundo ela, a exigência do Banco Central é um divisor de águas. “Estamos diante de um momento histórico. Assim como no passado a tecnologia transformou os processos de seguros tradicionais — como quando bastava fotografar um carro para dispensar uma inspeção presencial — agora vivemos uma era em que o risco digital passa a ser tratado como parte essencial da solidez do sistema financeiro”, afirma. Para Marta, a obrigatoriedade de seguros cibernéticos traz desafios imediatos. “O mercado brasileiro ainda está amadurecendo nessa frente. Muitas empresas sequer mensuram corretamente seus riscos digitais, e agora terão que estruturar políticas de compliance e contratação de apólices adequadas. Isso exige não só produtos bem estruturados pelas seguradoras, mas também um trabalho consultivo muito forte por parte das corretoras”, explica. A Howden, corretora multinacional presente em 56 países, tem acompanhado de perto essa transformação. No Brasil, atua em parceria com as principais seguradoras, oferecendo desde soluções para grandes corporações até programas para pequenas e médias empresas. “Nosso papel é traduzir a complexidade do risco cibernético em soluções acessíveis, garantindo que as empresas possam se proteger diante de ataques cada vez mais sofisticados”, completa. Profissionais e cultura de risco Um dos pontos levantados por Marta é o comportamento dos profissionais diante da cibersegurança. “Ainda existe a percepção de que a responsabilidade é apenas da área de TI. Mas o risco é transversal: envolve jurídico, compliance, RH, comunicação e principalmente a alta liderança. O fator humano segue sendo a maior vulnerabilidade, seja por falta de treinamento ou por falhas operacionais”, ressalta. Ela destaca que a educação corporativa precisa ser contínua. “Não adianta implementar tecnologias avançadas se os profissionais não compreendem a importância da segurança digital. As empresas que prosperam nesse campo são aquelas que criam uma cultura organizacional voltada para a gestão de riscos”. Inteligência artificial e novos desafios A executiva também chama atenção para a chegada da inteligência artificial generativa e agentes autônomos de IA, que ampliam tanto as oportunidades como as ameaças. “A IA pode acelerar processos de atendimento, análise de sinistros e mitigação de riscos, mas também aumenta a superfície de ataque. Hackers já estão explorando essas tecnologias, e o setor precisa correr para se antecipar”. Nesse sentido, Marta enfatiza que os princípios de governança digital são indispensáveis. “Na Europa, o AI Act já cria diretrizes claras sobre o uso de inteligência artificial. No Brasil, ainda estamos construindo essa regulamentação, mas as empresas responsáveis já adotam protocolos de transparência, imparcialidade e privacidade para mitigar vieses e proteger dados sensíveis”. Perspectivas para o mercado de seguros cibernéticos O mercado de seguros cibernéticos global já movimenta bilhões de dólares e deve crescer de forma acelerada nos próximos anos, acompanhando a escalada de ataques. No Brasil, Marta vê espaço para um salto significativo: “A obrigatoriedade do Banco Central vai estimular a procura e gerar escala. Isso, por sua vez, permitirá a criação de produtos mais acessíveis e especializados, atendendo desde fintechs até grandes bancos. É um ciclo virtuoso, mas que depende de maturidade das empresas e de uma rede sólida entre reguladores, seguradoras e corretores”. Para a especialista, a principal lição que as empresas precisam absorver é que a cibersegurança não é um projeto com início e fim, mas um processo contínuo. “Ataques mudam todos os dias. A melhor defesa é investir em prevenção, monitoramento e resposta rápida. O seguro cibernético é parte dessa equação, não substitui a proteção técnica, mas garante resiliência financeira quando o pior acontece”, conclui. Fonte: https://tiinside.com.br/25/09/2025/obrigatoriedade-de-seguro-deve-transformar-o-mercado-de-cyberseguranca-no-brasil/

O Dia em que um Ataque Hacker Quase Fechou uma PME – e Como o Seguro Salvou Tudo

O Dia em que um Ataque Hacker Quase Fechou uma PME – e Como o Seguro Salvou Tudo Era uma sexta-feira, fim de mês. A empresa estava com tudo pronto para fechar novos contratos. Mas ao ligar os computadores… tudo estava travado. Nenhum sistema abria. Nenhum dado estava acessível. Na tela, uma mensagem: “Seus arquivos foram criptografados. Para recuperar, envie 1,5 BTC para a carteira abaixo.” A empresa havia sido atacada por ransomware. 🧨 O impacto imediato A empresa, uma PME do setor de serviços, teve: O prejuízo previsto? 👉 Mais de R$ 120 mil em perdas operacionais, contratos suspensos, e risco de processo por vazamento de dados. 🛡️ A diferença de estar protegido Mas eles tinham algo que a maioria das PMEs ainda não tem: um seguro cibernético ativo, com resposta rápida a incidentes. No mesmo dia: Resultado: ⚙️ Em 72 horas, os sistemas estavam de volta. 🧾 O prejuízo foi reduzido a menos de R$ 10 mil. 💬 A reputação foi preservada. 📎 O que aprendemos com esse caso? ✅ Conclusão Muitas empresas só percebem a importância do seguro depois do ataque. Mas as que se protegem antes… sobrevivem com menos dor. ➡️ Sua empresa está preparada para o pior cenário? Fale com a Cyber Insurance e veja quanto custa proteger seu negócio. 👉 Simular agora

Como Criar uma Política de Segurança Digital para Pequenas Empresas

Como Criar uma Política de Segurança Digital para Pequenas Empresas Você já se perguntou como proteger sua empresa dos riscos digitais — mesmo sem um time de TI interno? A resposta começa com um passo simples, mas poderoso: uma Política de Segurança Digital. Essa política é um documento vivo que orienta os comportamentos, práticas e responsabilidades de todos os envolvidos na empresa em relação à tecnologia e à informação. Neste artigo, você vai entender como montar a sua — mesmo se sua empresa for pequena. 📘 O que é uma Política de Segurança Digital? É um conjunto de regras e diretrizes que define como as informações e sistemas da empresa devem ser usados, protegidos e monitorados. Ela serve para: 🧱 Os 6 Pilares de uma Boa Política 👥 Quem deve participar da criação? Mesmo em empresas pequenas, o ideal é envolver: 📄 Exemplo de frases simples para incluir no documento: “Todos os colaboradores devem utilizar senhas com, no mínimo, 8 caracteres, incluindo letras, números e símbolos.” “É proibido instalar softwares não autorizados nos dispositivos da empresa.” “Em caso de suspeita de ataque, o colaborador deve comunicar imediatamente o responsável técnico.” ✅ Dica prática: Revise a política a cada 6 meses. E não adianta só escrever — treine a equipe e mantenha todos alinhados com boas práticas. 🔐 Conclusão Uma boa política de segurança não é só para grandes empresas. É para empresas que querem crescer com responsabilidade, sem serem surpreendidas por falhas evitáveis. ➡️ A Cyber Insurance pode ajudar sua empresa a montar uma política de segurança digital eficiente. Fale com um consultor e receba um modelo gratuito. 👉 Quero minha política

5 Ameaças Digitais que Podem Parar sua Empresa (e Como Evitá-las)

5 Ameaças Digitais que Podem Parar sua Empresa (e Como Evitá-las) Hoje, nenhuma empresa está 100% segura online. E o pior? Em muitas vezes, o risco vem de dentro: uma senha fraca, um clique errado, um backup perdido. Neste artigo, você vai conhecer 5 ameaças digitais comuns que podem travar seu negócio da noite para o dia — e o que fazer agora para evitar prejuízos. 1. Phishing – O golpe mais barato (e mais eficaz) do mundo digital Sabe aquele e-mail que parece do seu banco, mas é falso? Ou aquele link no WhatsApp que te pede um código? Essas são armadilhas de phishing. Com elas, hackers roubam credenciais e acessam sistemas inteiros. É simples, barato e devastador. 🛡️ Como evitar: 2. Ransomware – Quando sequestram os dados da sua empresa Você tenta abrir o sistema da empresa… e aparece uma mensagem dizendo que todos os seus dados foram criptografados. Para recuperar, só pagando em criptomoedas. Ataques assim têm paralisado empresas no mundo todo — da padaria ao hospital. 🛡️ Como evitar: 3. Vazamento de dados – O risco jurídico e de reputação Dados de clientes, contratos, documentos internos… um simples vazamento pode levar a multas pesadas e até ações judiciais, principalmente com a LGPD em vigor. 🛡️ Como evitar: 4. Ataques DDoS – Travando o seu site ou sistema Imagine mil computadores acessando seu site ao mesmo tempo, de forma forçada, até ele cair. Isso é um ataque DDoS (negação de serviço). 🛡️ Como evitar: 5. Erro humano – O vilão silencioso A maior parte dos ataques começa com… uma pessoa comum cometendo um erro comum. Senha fraca. Acesso indevido. Link errado. Tudo isso pode abrir a porta para prejuízos gigantes. 🛡️ Como evitar: ✅ Conclusão Toda empresa está exposta. O segredo não é ter medo — é estar preparado. Quer proteger seu negócio com estratégias reais e acessíveis? ➡️ Faça um diagnóstico gratuito com a Cyber Insurance Entenda seu nível de risco e receba um plano de proteção sob medida. 👉 Comece agora

O que é Seguro Cibernético e por que sua empresa precisa dele

O que é Seguro Cibernético e por que sua empresa precisa dele Vivemos em uma era onde nenhuma empresa está imune a ataques cibernéticos. E acredite: não são apenas as grandes corporações que estão na mira dos criminosos digitais. Pequenas e médias empresas estão entre os principais alvos — muitas vezes, por falta de proteção adequada. Se sua empresa lida com dados sensíveis, usa sistemas conectados à internet ou depende de tecnologia para operar (o que é praticamente toda empresa hoje), este artigo é para você. 🌐 O cenário atual das ameaças digitais Nos últimos anos, os ciberataques deixaram de ser exceções e se tornaram parte do cotidiano corporativo. Entre os principais riscos: Segundo a PwC, 62% das empresas brasileiras já sofreram algum tipo de incidente cibernético. E o número tende a crescer, junto com o uso de tecnologias conectadas, IA e dados na nuvem. 🔐 Como funciona um seguro cibernético? O seguro cibernético (ou cyber insurance) é uma apólice que protege financeiramente a empresa contra os danos causados por incidentes digitais. Na prática, funciona assim: Ou seja, o seguro não evita o ataque — mas minimiza os impactos financeiros e operacionais quando ele acontece. 🧾 O que está coberto (e o que não está)? Coberturas comuns: O que geralmente não está coberto: Por isso, é fundamental contar com um parceiro que entenda seu negócio e monte a apólice certa para sua realidade. 🏢 Quem deve contratar? O seguro cibernético é indicado para: Mesmo uma empresa com bom antivírus e firewall está sujeita a falhas humanas — o maior vetor de ataques hoje. 🎯 Por que agora? ✅ Conclusão Seguro cibernético não é luxo, é necessidade. Em 2025, proteger os dados e a operação digital da sua empresa é tão importante quanto trancar as portas do escritório. Se você ainda não analisou como o seguro pode proteger sua empresa, o melhor momento para fazer isso é agora. ➡️ Faça uma simulação gratuita com a Cyber Insurance Veja quanto custa proteger sua empresa e receba um diagnóstico personalizado. Sem compromisso.👉 Simular agora

Cyber Segurança

Seguro cyber não é solução para cyber segurança, é apenas um….seguro…..caso as defesas sejam quebradas, e as chances são grandes de acontecer! Depois de um incidente ocorrer, não tem como contratar seguro para resolver o prejuízo. Isto é fraude! E o fluxo é:1 – Avalie suas necessidades de segurança com gente competente (Isto aqui se desdobra em um monte de análises).2 – Invista o que for necessário em segurança da informação para estar seguro (Precisa de inve$timento), senão seu negócio e reputação estarão ameaçados!3 – Contrate um seguro!!!!!!!! Se tudo der errado, e pode acontecer, vc terá o mínimo de suporte para seguir com o negócio.